Arquivo do mês: janeiro 2015

Companhia estranha

Menina, danada que tu és. Peripeciando no silêncio, como uma bailarina em um palco sem luz. Sua malandra, sisma a continuar perto de mim. Largar? Esta palavra não existe em seu dicionário. Deixar? Tampouco a conhece. Da sua face, inconfundível, vejo um pouco de mim. … Continuar lendo

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