Julgamento

Tem horas que me pego perguntando, para si, do meu verdadeiro objetivo em vida. Confesso que até hoje, ainda não encontrei essa resposta. De repente seja pela mesmice de não ser capaz de gerir a minha própria existência. Ou quem sabe pelo fato de ser diferente em meio aos perfeitos. Isto, não me faz tornar dependente de ninguém, muito pelo contrário, é o que me da mais força para seguir em frente. Contudo, simplesmente, queria ser aceito da mesma forma que eu aceito a sociedade como ela é.

Uma coisa que me machuca, e muito, é o fato das pessoas julgarem, de forma errada, o próximo. Sim, estou sendo julgado por algo que não sou e tenho plena consciência disso. A vaidade alheia faz com que as façam pensar assim. A vida não pode ser lidada a ponta de faca, mas esse utensílio vem sendo muito empregado para machucar o coração de muitos que, assim como eu, tentam encontrar respostas para essas atitudes. O julgamento precipitado não leva a lugar algum, a não ser em ruínas. Ninguém é detentor da verdade para julgar quem é isso ou aquilo, mas saber escutar as pessoas é deixar a vaidade moral de lado. Confesso que estou triste com isso. Será que só eu que penso assim? Continuo a procurar respostas para tudo isso, assim como para o meu real objetivo em vida.

(Trecho do meu futuro conto chamado “Lembranças” – título provisório)
Leonardo Patikowski,

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